Implante de Silicone

O implante de prótese de silicone já é a cirurgia plástica mais procurada no Brasil. De um total de 629 mil procedimentos de médio e grande porte feitos em 2008, 151 mil foram de mama e outros 91 mil de lipoaspiração. Os dados são da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Maior confiança na técnica e influências internacionais nos conceitos de beleza são algumas das maiores causas.

Existem quatro formatos de prótese: redonda com perfil baixo, redonda com perfil alto, redonda com perfil ultra alto e em formato de gota. Para fazer a escolha, leva-se em conta o desenho natural da mama da paciente e o resultado desejado. A prótese redonda com perfil alto e ultra alto deixa o seio com mais volume e projetado para frente, a com perfil baixo é mais natural e a última deixa o seio em forma de gota. Elas são envolvidas com silicone que pode ser liso, texturizado ou revestido de poliuretano.

Quanto ao tamanho, é preciso levar em conta a proporção em relação ao corpo para não causar frustração. Embora haja uma tendência para se colocar próteses cada vez maiores, o ideal ainda é aquele que fica em proporção com a estatura da paciente e que seja coberto pela glândula mamária, deixando os seios mais naturais.

A constituição física da paciente também vai determinar a posição do implante. Se for magra e com pouca mama, a prótese deve ser colocada sob o músculo peitoral (retromuscular) para um efeito mais natural. A prótese implantada abaixo da glândula (retroglandular) é mais indicada para quem tem seios médios ou flácidos. A incisão para colocar a prótese de silicone pode ser feita em volta da aréola, no sulco inframamário ou na axila.

Cicatriz

Na mama: o corte é feito nos sulcos abaixo das mamas, o que facilita o acesso até o local onde a prótese será colocada. Em contrapartida, a cicatriz fica mais evidente ao vestir um biquíni e, pior, a região propicia uma má cicatrização para quem tem tendência à queloide.

Na aréola: a cicatriz fica quase imperceptível, posicionada num meio círculo entre a aréola e a pele da mama. Alguns médicos acreditam, no entanto, que essa via de acesso é contraindicada para mulheres que ainda não tiveram filhos por dois motivos: o primeiro por não haver sobra de pele na região do mamilo e o segundo por prejudicar as glândulas mamárias numa futura amamentação. Há também a questão da perda de sensibilidade erótica. Os que defendem a técnica, porém, afirmam que nada disso acontece quando corretamente realizada.

Na axila: nenhuma cicatriz na mama é a principal vantagem aqui. O corte é feito nas axilas, local de pouca incidência de queloide. Por outro lado, existe uma linha de pesquisa que acredita que a formação de uma cicatriz nessa área poderia mascarar a identificação do câncer de mama, pois aí se localizam os gânglios sentinelas, primeiras estruturas a dar um sinal da piora da doença. Há, entretanto, bastante discussão sobre o tema já que muito profissional não acredita nesse perigo quando a técnica é bem feita.

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